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O Tabuleiro

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  • 25-11-2017 | 00:00h

VAREJO BAIANO CRESCE 0,6% EM JULHO

O comércio varejista baiano cresceu 0,6% no mês de julho, referente à igual mês de 2016. No varejo nacional, as vendas cresceram em 3,1%, em relação à mesma base de comparação.

Na análise sazonal, a taxa do comércio varejista no estado baiano registrou variação negativa de 0,9%. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em âmbito nacional, e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan). 

Apesar da conjuntura adversa da atividade econômica ainda continuar influenciando o comportamento do setor, o comércio varejista registra, na Bahia, um suave crescimento nas vendas.

O segmento de Móveis e eletrodomésticos ditou fortemente o ritmo de crescimento. Esse comportamento se deve a uma combinação de fatores como base de comparação baixa, melhora na massa salarial, controle da inflação e redução da taxa de juros. 

Segundo o Banco Central, a taxa média de juros no crédito às famílias cai de 42,0%, em julho de 2016, para 36,5% em julho deste ano. Outro aspecto a ser ressaltado é a liberação no mês de julho do segundo lote da restituição do Imposto de Renda, que na Bahia foi expressiva, associado à lei que permitiu o saque dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

Por atividade, os dados do comércio varejista do estado da Bahia, quando comparados a julho de 2016, revelam que seis dos oito segmentos que compõem o Indicador do Volume de Vendas (IVV) registraram comportamento positivo.

Listados pelo grau de magnitude das taxas em ordem decrescente, têm-se Móveis e eletrodomésticos (38,6%); Livros, jornais, revistas e papelaria (22,5%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (20,2%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,4%); Tecidos, vestuário e calçados (8,7%); Combustíveis e lubrificantes (2,2%). 

Os segmentos de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos registraram variações negativas de 14,6% e 9,4%, respectivamente.

No que diz respeito aos subgrupos, verifica-se que registraram variação positiva o subgrupo de móveis e eletrodomésticos com taxas de 23,5% e 44,9%, respectivamente, enquanto Hipermercados e supermercados continua apresentou queda de 15,2%. Saiba mais no site da SEI.

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