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“INFELIZMENTE NÃO TEMOS PRISÃO PERPÉTUA E NEM PENA DE MORTE”, DIZ PRÉ-CANDIDATO À PRESIDÊNCIA, RENAN SANTOS, AO FALAR SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

“INFELIZMENTE NÃO TEMOS PRISÃO PERPÉTUA E NEM PENA DE MORTE”, DIZ PRÉ-CANDIDATO À PRESIDÊNCIA, RENAN SANTOS, AO FALAR SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 27/05/2026 11h48

Pré-candidato à Presidência pelo Partido Missão defendeu trabalho obrigatório para presos e afirmou que crimes hediondos com autoria “incontroversa” poderiam levar à pena de morte

Durante entrevista ao programa O Tabuleiro, da Rádio Ilhéus FM, nesta quarta-feira (27), o pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, comentou propostas relacionadas à segurança pública e ao sistema prisional no Brasil.

O comunicador e apresentador Vila Nova questionou o pré-candidato sobre sua defesa da prisão perpétua. “Você não quer que tenha gente parada, mas você defende a prisão perpétua. O cara fica preso o tempo todo lá. Por que não coloca esse cara para trabalhar para o Estado?”, perguntou.

Em resposta, Renan defendeu que detentos condenados por crimes graves utilizem o trabalho para reparar danos causados às vítimas. “Eu acho que um cara que está preso por cometer muitos crimes tem que trabalhar e, antes de tudo, ele tem que restituir valores às dívidas dele”, afirmou.

Ao comentar punições para crimes hediondos, Renan Santos afirmou defender prisão perpétua e pena de morte em situações que classificou como “incontroversas”. “Infelizmente não temos prisão perpétua e nem pena de morte”, declarou.

Ele exemplificou situações em que, segundo sua avaliação, não haveria dúvidas sobre autoria do crime.

“O que é um crime hediondo incontroverso? Uma pessoa mata duas crianças no meio da rua e você tem imagens, ou a autoria dela é incontroversa”, afirmou.

Renan também defendeu que casos sem dúvidas sobre autoria poderiam ser submetidos a julgamento com possibilidade de aplicação da pena de morte. “Isso vai para um júri e essa pessoa é passivo de uma pena de morte. A discussão é: ele vai morrer ou não?”, disse.

Ainda durante a entrevista, o pré-candidato afirmou que, em casos controversos ou sem comprovação definitiva de autoria, a pena de morte não deveria ser considerada. “Crimes controversos, especialmente na questão da autoria, não”, declarou.

Confira a entrevista completa: 

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