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“ISSO NOS ENTRISTECE”, DIZ MÁRIO ALEXANDRE SOBRE SUPOSTO PRESTÍGIO DE ADÉLIA NO GOVERNO E EXPÕE RACHADURA NA BASE DE JERÔNIMO EM ILHÉUS

“ISSO NOS ENTRISTECE”, DIZ MÁRIO ALEXANDRE SOBRE SUPOSTO PRESTÍGIO DE ADÉLIA NO GOVERNO E EXPÕE RACHADURA NA BASE DE JERÔNIMO EM ILHÉUS
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 14/05/2026 10h39

Ex-prefeito defende reunião entre aliados do governador para “unificar o discurso” e admite preocupação com desunião política no grupo governista na cidade

O ex-prefeito de Ilhéus e pré-candidato a deputado estadual pelo Avante, Mário Alexandre, comentou nesta quinta-feira (14), durante entrevista ao programa “O Tabuleiro”, da Rádio Ilhéus FM, sobre a relação com Adélia Pinheiro, o cenário político da base do governador Jerônimo Rodrigues em Ilhéus e a necessidade de alinhamento entre os aliados do grupo governista.

Questionado pelo apresentador Vila Nova se a relação com Adélia havia melhorado, Mário Alexandre negou qualquer conflito pessoal. “Eu não briguei com ninguém. Eu nunca brigo com ninguém. Eu não briguei antes quando eu tinha 35, 40. Eu estou agora, paz e amor”, afirmou.

Em seguida, Vila Nova perguntou sobre a possibilidade de uma parceria política entre os dois nas próximas eleições, já que Adélia Pinheiro é pré-candidata a deputada federal pelo PT. Mário disse não ver dificuldades e revelou uma conversa recente com o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, para discutir uma reunião com integrantes da base do governo em Ilhéus. “Eu não vejo nenhuma dificuldade. Pelo menos eu nunca conversei isso com ela. O que eu conversei com o secretário Adolpho, essa semana, que eu tive com ele, foi que a gente pudesse ter uma reunião, toda a base”, declarou.

Após Vila Nova afirmar que “a base de Ilhéus está rachada”, Mário Alexandre explicou que a proposta da reunião seria alinhar o discurso político dos aliados do governo estadual na cidade. “A reunião é para que a gente possa modificar o discurso, ele dar a sustentação das obras, dos valores de investimento. Eu pedi ao secretário, eu acho que tem mais de 100 milhões de reais do Estado, só na educação aqui dentro. Mas não sabemos. Estamos falando do governo de Jerônimo”, disse.

O ex-prefeito também afirmou que defendeu um encontro entre lideranças e partidos aliados para discutir a condução da campanha política. “Eu, Bebeto, Adélia, PT, os partidos de base, para que a gente possa dialogar e ver como é que nós vamos fazer a campanha. Porque nós temos um pensamento também, que é a campanha do governador e a campanha do presidente”, afirmou.

Em outro momento, Mário Alexandre reforçou a necessidade de união entre os aliados.
“A minha intenção é que a gente pudesse nos unir para que possa fazer esse trabalho em conjunto. Essa é a minha intenção. Adolpho achou a ideia boa, porque senão eu vou ficar falando uma coisa, Bebeto vai falar outra, Adélia vai falar outra. A ideia é unificar o discurso, unificar o que já foi feito, o que fez a gente se entender”, declarou.

Durante a entrevista, Vila Nova também comentou sobre o espaço ocupado por Adélia Pinheiro em estruturas ligadas ao governo estadual em Ilhéus, citando equipamentos como a Costa do Cacau e o Hospital Materno-Infantil. Ao responder, Mário afirmou: “Ela tem tido muito prestígio em relação ao governo.”

Na sequência, ao ser questionado sobre a avaliação de que outros integrantes da base não estariam tendo o mesmo espaço, o ex-prefeito respondeu: “Isso nos entristece, inclusive. Isso aí precisa ver se é verdade. Também é muita fofoca.”

Após Vila Nova afirmar que, se fosse apenas fofoca, não haveria motivo para tristeza, Mário Alexandre voltou a comentar situações envolvendo decisões dentro do governo estadual em Ilhéus. “Pode ser fofoca, a gente precisa saber. Essa questão da menina materno foi uma coisa que nós todos pedimos (que não ocorresse), a base toda pediu e não foi”, comentou sobre a substituição da diretora do Hospital Materno Infantil, que teria sido pedida por Adélia Pinheiro.

Ao final, o ex-prefeito voltou a defender entendimento entre os aliados políticos. “Não adianta a gente fazer campanha zangado um com o outro. Nosso objetivo é maior. Porque eu não gosto de Marão, você não gosta de Adélia... Ou a gente vai junto, ou nós vamos ter problemas”, concluiu.

Confira a entrevista completa:

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