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ATRASO DE REPASSES À SAÚDE DE ILHÉUS VIRA ALVO DE DENÚNCIA E CRÍTICAS

ATRASO DE REPASSES À SAÚDE DE ILHÉUS VIRA ALVO DE DENÚNCIA E CRÍTICAS
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 24/04/2026 13h05

Problema foi exposto durante O Tabuleiro, com críticas ao governador e cobrança por explicações sobre falta de recursos

O programa O Tabuleiro, da rádio Ilhéus FM, trouxe nesta sexta-feira (24) a denúncia sobre o atraso nos repasses financeiros do Governo do Estado da Bahia ao município de Ilhéus, destinados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e à Estratégia de Saúde da Família (ESF).

De acordo com as informações apresentadas, os recursos não são transferidos desde outubro de 2024, acumulando aproximadamente R$ 7 milhões.

Durante o programa, o comunicador Vila Nova fez duras críticas ao governador Jerônimo Rodrigues e cobrou a regularização imediata dos repasses. “Ele está contrariado, está pirraçando o povo de Ilhéus e, por conta disso, não faz os repasses necessários. O senhor precisa cumprir com sua obrigação.”, afirmou.

Na sequência, o apresentador destacou a importância dos recursos para a manutenção dos serviços de saúde no município. “Imagine um serviço tão essencial para a população que o governador não faz os repasses para Ilhéus. Eu espero que, o mais rápido possível, os sete milhões que o Estado deve para a saúde de Ilhéus sejam pagos”, disse.

Vila Nova também apontou possíveis impactos da ausência dos recursos, como dificuldades na manutenção de unidades de saúde, ambulâncias do SAMU e contratação de profissionais. “Com essa grana, o município poderia estar reformando unidades, dando mais conforto à população, recuperando ambulâncias e até ampliando o atendimento”, ressaltou.

O comunicador ainda criticou o que classificou como “pirraça” e afirmou que a situação representa prejuízo direto à população. “O senhor não pode maltratar a população de Ilhéus dessa forma. Não pode dar um calote de sete milhões de reais”, declarou.

Além disso, ele defendeu que o caso seja judicializado pela gestão municipal. “Se o Estado tem a obrigação de fazer o repasse e não faz, o município também precisa cobrar na Justiça para que o pagamento seja realizado”, completou.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, todas as medidas cabíveis já foram adotadas na tentativa de solucionar o problema, incluindo o envio de ofícios e e-mails à Secretaria de Saúde da Bahia. No entanto, até o momento, não houve retorno oficial sobre os motivos da suspensão dos repasses.

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