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CORPO DE TARCÍSIO DA SILVA CARVALHO, LIGADO AO COMANDO VERMELHO, CHEGA A ILHÉUS APÓS MEGAOPERAÇÃO NO RIO DE JANEIRO

CORPO DE TARCÍSIO DA SILVA CARVALHO, LIGADO AO COMANDO VERMELHO, CHEGA A ILHÉUS APÓS MEGAOPERAÇÃO NO RIO DE JANEIRO
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 03/11/2025 20h18
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Baiano de Uruçuca atuava em facção com ramificações entre a Bahia e o Sudeste, segundo a polícia

O corpo de Tarcísio da Silva Carvalho, de 30 anos, natural de Uruçuca, chegou a Ilhéus no final da manhã desta segunda-feira (3), após ser identificado entre os mortos da megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A ação, considerada a mais letal da história do país, deixou 117 mortos.

CORPO DE TARCÍSIO DA SILVA CARVALHO, LIGADO AO COMANDO VERMELHO, CHEGA A ILHÉUS APÓS MEGAOPERAÇÃO NO RIO DE JANEIRO

O corpo de Tarcísio desembarcou no Aeroporto Jorge Amado, em um voo comercial, e seguiu para sepultamento, onde familiares o aguardavam. De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, ele estava entre os 115 mortos já identificados, dos quais 62 eram de outros estados, incluindo 12 baianos.

Segundo a polícia, Tarcísio possuía uma longa ficha criminal, com registros de roubo, tráfico e homicídio, e atuava em Ilhéus, Buerarema e Uruçuca. Nos últimos anos, ele teria se mudado para o Sudeste, mantendo ligação com o Comando Vermelho (CV), facção que opera entre a Bahia e o Rio de Janeiro.CORPO DE TARCÍSIO DA SILVA CARVALHO, LIGADO AO COMANDO VERMELHO, CHEGA A ILHÉUS APÓS MEGAOPERAÇÃO NO RIO DE JANEIRO

A Operação Contenção, deflagrada no último dia 28, teve como objetivo desarticular lideranças do tráfico ligadas ao CV. Além das mortes, houve prisões e apreensão de um grande arsenal de armas. Entre os mortos, 12 eram baianos, o que evidenciou a forte presença de criminosos do estado no tráfico carioca.

A ação provocou ampla repercussão nacional, reacendendo o debate sobre o uso da força policial e os impactos dessas operações nas comunidades. Diante da movimentação de integrantes de facções entre estados, autoridades reforçaram o monitoramento das fronteiras, especialmente na Bahia, onde já foram registradas conexões com o grupo.

Baianos mortos na operação no Rio de Janeiro

1. Bruno Almeida de Oliveira, vulgo Boquita, natural de Guaratinga — envolvido com tráfico e posse ilegal de armas; tinha mandados em Eunápolis.

2. Welington Santos de Jesus, vulgo WL, 21 anos, do Extremo Sul — executor do CV em Eunápolis, investigado por quatro homicídios e conexões interestaduais com o Espírito Santo.

3. Rubens Lourenço dos Santos, Binho Zoião ou BZO, natural de Ibirataia — apontado como chefão do CV no Extremo Sul, envolvido na fuga de 16 presos de Eunápolis e em atentados contra servidores públicos.

4. Jônatas Ferreira Santos, Grande ou Visão, do Extremo Sul — liderança do CV na distribuição de drogas e controle de pontos de venda em Eunápolis e região.

5. Emerson Pereira Solidade, Pity, do Extremo Sul — articulador logístico entre o Vale do Jequitinhonha (MG) e o Rio de Janeiro, responsável por abastecimento de drogas e armas para Bahia e Minas Gerais.

6. Tarcísio da Silva Carvalho, da região Sul e Extremo Sul da Bahia — com passagens por roubo, tráfico e homicídio, atuava em Arataca, Uruçuca, Ilhéus e Buerarema.

7. William dos Santos Barbosa, natural de Feira de Santana — com histórico de homicídio e porte de drogas.

8. Diogo Garcez Santos Silva, DG, de Feira de Santana — liderança do CV baiano com atuação direta na Penha (RJ).

9. Ricardo Aquino dos Santos, natural de Feira de Santana — com dois mandados de prisão por organização criminosa e envolvimento em homicídios.

10. Luiz Carlos de Jesus Andrade, Zóio ou Escobar, também de Feira de Santana — com mandados de prisão até 2044 por homicídio, tráfico e porte ilegal de arma de fogo.

11. Danilo Ferreira do Amor de Divino, Mazola, natural de Feira de Santana.

12. Fábio Francisco Santana Sales, FB, de Feira de Santana.

13. Anderson Oliveira dos Santos, natural de Teixeira de Freitas — suspeito de tráfico e envolvimento em assaltos a bancos.

14. Carlos Henrique Santos Silva, CH Bolado, de Eunápolis — com passagens por tráfico e homicídio.

15. Edivaldo Souza de Almeida, Dal, de Porto Seguro — investigado por liderar pontos de venda de drogas.

16. Felipe Almeida dos Santos, de Camacan — envolvido em roubos e porte ilegal de arma.

17. Leonardo Ferreira Brito, Nado, de Itamaraju — investigado por participação em facção ligada ao CV.

18. Marcelo dos Santos Oliveira, de Itabuna — acusado de tráfico e homicídios na região sul da Bahia.

19. Patrick Silva dos Anjos, Patrikão, de Teixeira de Freitas — com mandado de prisão por homicídio.

20. Rafael Oliveira de Souza, de Gandu — investigado por integrar quadrilha armada ligada ao tráfico.

21. Rogério Nascimento Lima, Rogerinho, de Ilhéus — apontado como integrante do CV local.

22. Samuel Pereira dos Reis, Samu, de Itabela — atuava como distribuidor de drogas no Extremo Sul.

23. Vinícius Souza Nascimento, Vini Bala, natural de Itabuna — com antecedentes por tráfico e porte ilegal de arma.

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Resposta de FRANCISCO ROSA

Como assim...A ação provocou ampla repercussão nacional, reacendendo o debate sobre o uso da força policial ????. A maioria dos moradores de comunidades dos morros no Rio, aprovam e defendem este tipo de operação, estão mais aliviados, por um breve tempo infelizmente. E a maioria do povo carioca também aprovou a ação. Quanto ao fato de tantos baianos envolvidos na megaoperação da policia, é reflexo da inoperância em Segurança Pública desse desgoverno do PT na Bahia. Deveriam existir mais ações iguais à esta, todos os meses, em todos os lugares no Brasil onde há presença dos terroristas do crime organizado.

★ ★ ★ ★ ★ Em 05-11-2025 às 19-36h 5
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