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LÍDICE DEFENDE ENCONTRO DA BANCADA BAIANA COM MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PARA DEBATER CRISE DO CACAU

LÍDICE DEFENDE ENCONTRO DA BANCADA BAIANA COM MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PARA DEBATER CRISE DO CACAU
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 03/02/2026 12h51

Deputada alerta para riscos fitossanitários e prejuízos aos produtores do sul da Bahia, e cobra medidas urgentes para proteger o setor cacaueiro nacional

A deputada federal Lídice da Mata manifestou preocupação com a crise enfrentada pela produção de cacau no Brasil, especialmente no sul da Bahia, e defendeu a adoção de medidas urgentes para proteger o setor. Segundo a parlamentar, a situação se agrava a partir de dois fatores centrais: a flexibilização da fiscalização fitossanitária e o deságio imposto pelas grandes indústrias importadoras.

De acordo com Lídice, a Instrução Normativa nº 125, editada durante a gestão Bolsonaro no Governo Federal, afrouxou os critérios de controle para a entrada de cacau no país, o que pode facilitar a introdução de pragas e doenças que colocam em risco a produção nacional. “Para quem vivenciou os impactos devastadores da vassoura-de-bruxa, a possibilidade de uma nova crise fitossanitária é extremamente preocupante”, alertou.

Outro ponto destacado pela deputada é o prejuízo financeiro enfrentado pelos produtores devido ao deságio praticado pelas indústrias importadoras, que pode chegar a quase ou mais de mil dólares por tonelada de cacau comercializada. Segundo ela, a prática tem causado perdas significativas e comprometido a sustentabilidade da atividade.

Diante desse cenário, Lídice da Mata afirmou que irá convocar a bancada baiana na Câmara dos Deputados para aprofundar o debate sobre o tema e buscar uma reunião com o Ministério da Agricultura. “É fundamental que o Ministério dê atenção especial à produção de cacau no Brasil. Precisamos construir uma solução para esse problema”, declarou.

A parlamentar também reforçou seu compromisso com a defesa do setor cacaueiro e solicitou apoio para a aprovação do projeto de lei que estabelece um teor mínimo de 35% de amêndoas de cacau no chocolate produzido no país. Para Lídice, a medida é estratégica para fortalecer tanto a produção de cacau quanto a indústria do chocolate nacional. “Contem com meu apoio e participação na defesa do cacau brasileiro”, concluiu.

Fonte Central de Política 

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