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MAGNO LAVIGNE DIZ ACREDITAR EM VITÓRIA DE JERÔNIMO NO PRIMEIRO TURNO E DEFENDE UNIDADE

MAGNO LAVIGNE DIZ ACREDITAR EM VITÓRIA DE JERÔNIMO NO PRIMEIRO TURNO E DEFENDE UNIDADE
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 28/09/2026 13h01

Candidato a deputado estadual pela Rede afirma que a reta final da campanha será decisiva e mantém posição favorável à união em torno do governador

Durante entrevista ao programa O Tabuleiro, da Rádio Ilhéus FM, nesta segunda-feira (28), o candidato a deputado estadual pelo Rede, Magno Lavigne, afirmou acreditar que o governador Jerônimo Rodrigues será reeleito ainda no primeiro turno. A declaração ocorreu ao comentar a divisão das candidaturas do campo político que apoia o presidente Lula.

Questionado pelo apresentador Vila Nova sobre a possibilidade de a candidatura própria da Rede ao governo do estado prejudicar Jerônimo, Magno lembrou o resultado da eleição anterior e defendeu novamente a união já na primeira etapa da disputa. “Primeiro que, na eleição passada, Jerônimo não ganhou o primeiro turno por 50 mil votos. A eleição apertou no segundo turno. Vamos lembrar que foi justamente a votação que o Psol teve, que foi a votação de um candidato a governador do Psol da época”, afirmou.

Magno disse que sempre defendeu a unidade e que continua trabalhando nessa direção, embora respeite a decisão da federação formada por Rede e Psol de lançar candidatura própria ao governo da Bahia. “Eu sempre fui um advogado da unidade e continuo trabalhando na unidade. Eu respeito o fato de o partido ter escolhido um caminho, de uma federação ter escolhido um caminho de ter uma candidatura própria ao governo do estado”, declarou.

Segundo ele, sua posição pessoal continua sendo a de que o grupo deveria ter apoiado Jerônimo desde o primeiro turno. Magno afirmou ainda que, caso a eleição chegue ao segundo turno, acredita que haverá união. “Minha posição sempre foi que a gente deveria estar apoiando o governador Jerônimo desde o primeiro turno. Se tiver o segundo turno, certamente estaremos todos juntos”, disse.

Na avaliação do candidato, o cenário atual aponta para uma vitória de Jerônimo ainda na primeira etapa. Ele citou a ausência, em sua avaliação, de uma terceira candidatura considerada robusta e afirmou perceber movimentos diferentes nas trajetórias dos dois principais nomes da disputa. “Eu acredito. Pelo que eu tenho visto, governador Jerônimo vence no primeiro turno. Essa é minha impressão porque, primeiro, não tem uma candidatura robusta, uma terceira candidatura robusta. Segundo, um candidato da oposição, ACM Neto, ele tem caído nesses últimos tempos e Jerônimo crescido”, afirmou.

Magno destacou que considera esta última semana de campanha decisiva para a definição do cenário eleitoral. “Então, a reta final, esta semana, é decisiva para a definição do quadro”, declarou.

Ao ser questionado sobre a permanência de ACM Neto em uma posição numericamente competitiva, Magno afirmou que, na sua leitura, a análise deve considerar o comportamento da curva eleitoral e a mobilização em torno da candidatura do presidente Lula.

“Agora é que dá o choque numa parte do eleitorado que não está nem aí para a eleição, está esperando”, disse.

Magno também mencionou a participação do presidente Lula na campanha na Bahia e afirmou observar crescimento do petista nas pesquisas presidenciais no estado. “Então, você tem uma conjunção de fatos que levam a, no meu entendimento, obviamente, se eu fosse, digamos assim, tivesse uma bola de cristal, na minha leitura do processo, o governador Jerônimo vence no primeiro turno”, afirmou.

Ele reforçou que, em um eventual segundo turno, manteria a defesa da união. “Se tiver segundo turno, estaremos todos juntos. Eu não tenho dúvida disso. Nem falando de discussão, nada disso. É por uma questão de posição política, de visão de mundo. A minha ideia é que fizéssemos no primeiro turno.”

Magno também ponderou que, em sua avaliação, a responsabilidade pela divisão não poderia ser atribuída exclusivamente à federação Rede-Psol e afirmou que teria faltado diálogo por parte do governo. “Agora, também não posso dizer que foi responsabilidade, principalmente da Federação Rede-Psol, não. Faltou o governo conversar um pouco”, declarou.

Confira a entrevista completa: 

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