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“PRECISAMOS SER CHAMADOS PARA UMA CONVERSA PÚBLICA E FORMAL”, DIZ MAGNO LAVIGNE SOBRE POSSÍVEL ALIANÇA COM O GRUPO DE JERÔNIMO

“PRECISAMOS SER CHAMADOS PARA UMA CONVERSA PÚBLICA E FORMAL”, DIZ MAGNO LAVIGNE SOBRE POSSÍVEL ALIANÇA COM O GRUPO DE JERÔNIMO
Por: Redação O Tabuleiro
Dia 19/06/2026 11h40

Pré-candidato afirma que sua proximidade com o governador não gera problemas internos na federação e defende o diálogo para discutir eventuais alianças na Bahia

O pré-candidato a deputado estadual pela Rede Sustentabilidade, Magno Lavigne, afirmou durante entrevista ao programa O Tabuleiro, da Rádio Ilhéus FM, nesta sexta-feira (19), que sua boa relação com o governador Jerônimo Rodrigues não causa dificuldades dentro da federação formada pela Rede e pelo PSOL.

Ao responder a uma pergunta do comunicador Vila Nova sobre o tema, ele também defendeu a abertura de um diálogo formal para discutir possíveis alianças políticas na Bahia.

Questionado sobre o fato de a federação ter pré-candidato próprio ao Governo do Estado, Ronaldo Mansur, e sobre a possibilidade de futuras candidaturas ao Senado, Magno afirmou que mantém suas posições de forma transparente, mas que respeita as decisões coletivas do partido. “Eu não jogo de lado. Eu só jogo de frente na política. Eu digo o que eu penso, mas eu sou um homem de partido. No final das contas, eu vou acompanhar o que a maioria partidária decidir”, declarou.

O pré-candidato também afirmou que, diante do atual cenário político nacional, acredita que as forças do campo democrático devem buscar entendimento. “Eu entendo que, para o momento político radicalizado que nós estamos vivendo no Brasil hoje, o campo democrático e popular, a chamada esquerda e mais os aliados dela, devem estar juntos neste momento”, disse.

Ao comentar o posicionamento da federação sobre uma possível aproximação com o grupo político do governador, Magno afirmou que ainda há expectativa por uma interlocução mais formal. “A maioria, eu acredito, está aguardando sinalizações de conversa”, afirmou.

Em seguida, reforçou que uma eventual construção política passa pela abertura de um diálogo institucional. “Precisamos ser chamados para uma conversa pública, formal”, declarou.

Segundo Magno, a discussão sobre alianças não deve ser baseada em espaços de poder, mas em compromissos programáticos. “Aliança, no nosso caso, não é montada em cima de qual espaço vai ocupar no governo. Aliança, no nosso caso, é montada em cima de qual parte do nosso programa o candidato eventualmente possa vir a assumir”, explicou.

Ao ser questionado sobre uma possível resistência do PSOL a esse entendimento, o pré-candidato afirmou que as pessoas com quem mantém diálogo dentro da federação demonstram disposição para construir convergências, lembrando que Rede e PSOL já apoiam o presidente Lula desde o primeiro turno.

Demonstrando confiança em um entendimento futuro, Magno disse acreditar que o diálogo poderá avançar. “Eu creio que vai chegar a um bom termo. Sou um otimista. Acho que nós vamos chegar a um bom termo na política”, concluiu.

Confira a entrevista completa: 

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