EXCLUSIVO: "PEGOU TUDO QUE ERA NOSSO E NÃO FALOU DO SOLO" – TOP GUN DETONA SILFARLEY POR APROPRIAÇÃO DE ARRANJO EM "AGAMENON"
Em entrevista à TVi, cantor acusa o "Rei da Seresta" de falta de profissionalismo e revel bastidores da criação do hit que estourou nos paredões
Em uma entrevista que promete incendiar os bastidores da música baiana, o cantor Top Gun usou o programa da TVi na noite desta terça-feira para disparar críticas contundentes contra Silfarley, autointitulado "Rei da Seresta". O motivo da discórdia é o megahit "Agamenon" (também conhecido como "La Mour"), música que se tornou fenômeno nacional na voz de Silfarley, mas que, segundo Top Gun, carrega uma "roupagem" criada por ele e sua equipe sem o devido reconhecimento.
"Silfarley pegou a música com toda a roupagem nossa. Gravou a música, mas ele não falou sobre o solo da música", disparou Top Gun, visivelmente irritado durante a entrevista.
A canção, composta originalmente por Beto Douglas, já havia sido gravada por outros artistas, mas foi na interpretação de Silfarley que "Agamenon" explodiu nos paredões de som e nas plataformas digitais. O refrão que mistura o nome do rei grego com a expressão "Divana" virou febre, e o sucesso rendeu a Silfarley múltiplas gravações em projetos audiovisuais.
No entanto, o que o público não vê, segundo Top Gun, é a batalha nos créditos criativos. O cantor revelou que gravou sua versão da música há 17 anos e foi o responsável por inovar o arranjo, especialmente no solo que, na avaliação dele, foi decisivo para o estouro do hit.
"Tudo foi feito por mim, por Silas Metal e por Isaac Brás. Esses dois caras enriqueceram o solo que o Silfarley pegou", afirmou Top Gun, listando os colaboradores que teriam participado da criação da versão que viralizou.
A crítica mais ácida, porém, veio em seguida. Top Gun comparou o solo original com a versão que se tornou famosa e não poupou palavras:
"A música tinha um solo totalmente diferente. Era aquele solo morto. Talvez, se fosse com aquele solo, a música não seria sucesso hoje", cravou.
Para Top Gun, a postura de Silfarley beira o anti-profissionalismo. O artista afirmou que esperava ao menos uma menção pública à contribuição de sua equipe, algo que nunca aconteceu.
"Ele pegou a música com toda a roupagem nossa, mas não falou sobre o solo da música. Era pra ele ter dito. Porque se fosse eu, com toda a minha humildade, eu tinha dito", desabafou.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Silfarley ainda não se manifestou sobre as acusações. Enquanto isso, fãs dos dois artistas já polarizam opiniões nas redes sociais, e a pergunta que fica é: será que o "Rei da Seresta" vai se pronunciar sobre a paternidade do arranjo que o consagrou? A briga judicial pode ser o próximo ato dessa novela musical.
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